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26 janeiro 2010

Uso do Solo: Agricultura e Pecuária e os Impactos Ambientais e Socias.



uso do solo

Por Gustavo Trevzani e Guilherme Trevizani


Conservação do solo, na agricultura ou pecuária , é o conjunto de práticas aplicadas para promover o uso sustentável do solo para o plantio.
A erosão , a compactação e o aumento da salinidade do solo são os maiores problemas relacionados ao manejo inadequado e terão relação direta com a escassez de alimentos num futuro não muito distante, resultando num profundo desequilíbrio do sistema produtivo, se praticas corretas não forem adotadas. A população do mundo gira em torno 6 bilhões de habitantes, obrigando a humanidade a disponibilizar pelo menos 1 bilhão de hectares de área agricultavel. As áreas com manejo inadequado reduzem significativamente seu potencial de produção, por isso hoje trabalha-se em virtude da renovação e aprimoramento das técnicas produtivas. Deve-se observar que os recursos são limitados, não podendo ser desperdiçados.

Para ver o slide completo:

A Coleta de Lixo em São Paulo.

coleta-de-lixo-registro-sp

Por Juliane Carvalho


A cidade gera 15 mil toneladas de lixo diariamente (lixo residencial, de saúde, restos de feiras, podas de árvores, entulho etc). Só de resíduos domiciliares são coletados mais de 9,5 mil toneladas por dia.Os trabalhos de coleta de resíduos domiciliares, seletivo e hospitalares são executados pelas duas concessionárias Ecourbis e Loga. Diariamente é percorrida uma área de 1.523 km² e estima-se que mais de 11 milhões de pessoas são beneficiadas pela coleta. Cerca de 3,2 mil pessoas trabalham no recolhimento dos resíduos e são utilizados 492 veículos (caminhões compactadores e outros específico para o recolhimento dos resíduos de serviços de saúde).

23 janeiro 2010

O que é Permacultura?

Texto retirado do site: Permear

Permacultura
é algo fácil de identificar com um monte de desejos pessoais profundos entre aquelas pessoas que sonham com paz, harmonia e abundância. Mas leva-se muito tempo para entender. Não se sinta desencorajado o leitor que está ansioso por conhecer a Permacultura ou aquele que julgava tê-la compreendido: os conceitos estão dados e são até bastante claros. A verdade é que as coisas mais importantes da vida exigem tempo e dedicação, tanto mais quando representam quebras de paradigmas.

Assumir para nossas vidas aquilo que é radicalmente novo não é tarefa fácil – no mais das vezes enfrentamos nossos próprios limites de compreensão e aceitação. Por isso, é preciso coragem, fé e determinação para tornar-se um permacultor. E tomar o tempo como aliado.

Nas palavras de Bill Mollison de que mais gosto, a Permacultura é “uma tentativa de se criar um Jardim do Éden”, bolando e organizando a vida de forma a que ela seja abundante para todos, sem prejuízo para o meio ambiente. Parece utópico, mas nós praticantes sabemos que é algo possível e para o qual existem princípios, métodos e estratégias bastante factíveis. Os exemplos estão aí, para quem quiser ver, nos cinco continentes e em mais de uma centena de países.



Conceitos

Os australianos Bill Mollison e David Holmgren, criadores da Permacultura, cunharam esta palavra nos anos 70 para referenciar “um sistema evolutivo integrado de espécies vegetais e animais perenes úteis ao homem”. Estavam buscando os princípios de uma Agricultura Permanente. Logo depois, o conceito evoluiu para “um sistema de planejamento para a criação de ambientes humanos sustentáveis” , como resultado de um salto na busca de uma Cultura Permanente, envolvendo aspectos éticos, socioeconômicos e ambientais.

Para tornar o conceito mais claro, pode-se acrescentar que a Permacultura oferece as ferramentas para o planejamento, a implantação e a manutenção de ecossistemas cultivados no campo e nas cidades, de modo a que eles tenham a diversidade, a estabilidade e a resistência dos ecossistemas naturais. Alimento saudável, habitação e energia devem ser providos de forma sustentável para criar culturas permanentes.

No centro da atividade do permacultor está o design, tomado como planejamento consciente para tornar possível, entre outras coisas, a utilização da terra sem desperdício ou poluição, a restauração de paisagens degradadas e o consumo mínimo de energia. Este processo, segundo André Soares, permacultor do Instituto de Permacultura e Ecovilas do Cerrado – IPEC, deve ser dinâmico, contínuo e orientado para a aplicação de padrões naturais, contendo sub-processos de organização de elementos dentro de determinados contextos.

No primeiro nível, a ação do permacultor volta-se principalmente para áreas agrícolas com o propósito de reverter situações dramáticas de degradação sócio-ambiental. “Culturas não sobrevivem muito tempo sem uma agricultura sustentável”, assegura Bill Mollison. No entanto, os sistemas permaculturais devem evoluir, com designs arrojados, para a construção de sociedades economicamente viáveis, socialmente justas, culturalmente sensíveis, dotadas de agroecossistemas que sejam produtivos e conservadores de recursos naturais.

Cooperação e solidariedade

A Permacultura exige uma mudança de atitude que consiste basicamente em fazer os seres humanos viver de forma integrada ao meio ambiente, alimentando os ciclos vitais da natureza. Como ciência ambiental, reconhece os próprios limites e por isso nasceu amparada por uma ética fundadora de ações comuns para o bem do sistema Terra.

Mollison e Holmgren buscaram princípios éticos universais surgidos no seio de sociedades indígenas e de tradições espirituais, que estão orientados na lógica básica do universo de cooperação e solidariedade. Não é possível praticar a Permacultura sem observá-los.

Primeiro, será preciso assumir a ética do cuidado com a Mãe-Terra para garantir a manutenção e a multiplicação dos sistemas vivos. Depois, o cuidado com as pessoas para a promoção da autoconfiança e da responsabilidade comunitária. E por fim, aprender a governar nossas próprias necessidades, impor limites ao consumo e repartir o excedente para facilitar o acesso de todos aos recursos necessários à sobrevivência, preservando-os para as gerações futuras.

Como parte dos sistemas vivos da Terra e tendo desenvolvido o potencial para desfazer a sustentabilidade do planeta, nós temos como missão criar agora uma sociedade de justiça, igualdade e fraternidade, a começar pelos marginalizados e excluídos, com relações mais benevolentes e sinergéticas com a natureza e de maior colaboração entre os vários povos, culturas e religiões.

Toda ética tem a ver com práticas que querem ser eficazes. “A ética da Permacultura serve bem para iluminar nossos esforços diários de trabalho com a natureza a partir de observações prolongadas e cuidadosas, com base nos saberes tradicionais e na ciência moderna, substituindo ações impensadas e imaturas por planejamento consciente”, assevera Bill Mollison. A chave é estabelecer relações harmoniosas entre as pessoas e os elementos da paisagem.

Design para a sustentabilidade

O trabalho do permacultor está baseado em princípios e métodos de design para orientar padrões naturais de crescimento e regeneração, em sistemas perenes, abundantes e auto-reguladores.

Earle Barnhart, permacultor de Massachussets (USA), escreveu que a regra cardinal do projeto da permacultura é maximizar as conexões funcionais. Isso quer dizer, combinar as qualidades de elementos da natureza e de elementos da criação humana para construir sistemas de armazenamento de energia. Não haveria nada de revolucionário nisso se as sociedades modernas agissem com base no bom senso.

Mas a história é bem outra e, por isso, a Permacultura, embora seja a “ciência do óbvio”, como gostam de dizer alguns de nós, está fazendo revoluções nas cabeças de jovens, adultos e idosos, oferecendo-lhes, em vez de sistemas fechados e fragmentários, o paradigma holístico contemporâneo, que tudo articula e re-laciona, para a construção de projetos abertos ao infinito.

As estratégias de design da Permacultura não existem apenas para o planejamento de propriedades abundantes em energia – este é apenas o primeiro nível de ação do permacultor. É possível desenhar também sistemas de transporte, educação, saúde, industrialização, comércio e finanças, distribuição de terras, comunicação e governança, entre outros, para criar sociedades prósperas, cooperativas, justas e responsáveis. O sonho é possível: a ética cria possibilidades de consensos, coordena ações, coíbe práticas nefastas, oferece os valores imprescindíveis para podermos viver bem.

A história da Permacultura no Brasil

Não faz muito tempo, em 1992, Bill Mollison ministrou um curso de Permacultura no Rio Grande do Sul e estabeleceu um marco inaugural: de lá para cá, a Permacultura desenvolveu-se no Brasil, conquistando dia após dia um número crescente de praticantes.

Hoje, a Permacultura encontra-se nas esferas governamentais e surge como projeto alternativo de criação do primeiro emprego para jovens entre 16 e 24 anos. Este ano, cerca de 1.300 jovens do Distrito Federal e municípios do entorno serão capacitados para trabalhar com os princípios da Permacultura e criar redes de empreendimentos agroindustriais. O projeto é da Agência Mandalla DHSA e tem financiamento do Ministério do Trabalho e Emprego.

A Agência Mandalla DHSA, com sede na Paraíba, é uma OSCIP que está desenvolvendo tecnologias Sociais com base na ética e nos princípios e métodos de design permacultural, alcançando para a Permacultura a maior repercussão já vista no país (leia seção da página 4). Em menos de três anos, chegou a mais de 80 municípios de nove estados brasileiros, beneficiando diretamente duas mil pessoas com a garantia da segurança alimentar e a geração de excedentes para a comercialização. Entre as famílias beneficiadas, a renda média é de R$400,00 ao mês, sendo que há exemplos de agricultores auferindo renda mensal de R$1.700,00.

Os Institutos de Permacultura

São oito no total, atuando de forma diversa. Aqueles que fundaram a RBP, Rede Brasileira de Permacultura (IPAB, em Santa Catarina, IPA, no Amazonas, IPEC, em Goiás e IPEP, no Rio Grande do Sul), funcionam como centros de pesquisa, formação e demonstração de tecnologias apropriadas, com apoio financeiro da PAL – Permacultura América Latina, instituição comandada pelo iraniano Ali Sharif, com sede em Santa Fé, Estados Unidos. A única exceção é o IPAB, que não possui centro demonstrativo e, por isso, atua de forma independente, dispensando financiamentos vindos do estrangeiro através da PAL.

A ação institucional do IPAB está voltada para pequenos agricultores e tem a parceria de sindicatos, prefeituras, ONGs e movimentos sociais. Os sistemas permaculturais fomentados pelo IPAB estão nas Unidades de Produção Familiar. O instituto atua também na multiplicação de conhecimentos em Permacultura através do Projeto de Formação de Professores.

A exemplo do IPAB, o Instituto de Permacultura da Bahia (IPB), o Instituto de Permacultura
Cerrado Pantanal e o IPEMA (Instituto de Permacultura da Mata Atlântica), possuem projetos sociais e muitos parceiros, mas não fazem parte da RBP. A título de ilustração, cito o Projeto Policultura no Semi-Árido, implantado no sertão da Bahia, atendendo hoje 700 famílias de pequenos agricultores. Com o apoio do IPB, as famílias estão desenvolvendo sistemas agroflorestais e garantindo para si segurança alimentar, trabalho e renda. O projeto ajuda os sertanejos a combater a desertificação e conviver harmoniosamente com a caatinga.

O IPOEMA (Instituto de Permacultura: Organização, Ecovilas e Meio Ambiente), no Distrito Federal, que é o mais novo entre os institutos brasileiros, vai atuar fortemente no atendimento a comunidades locais e tradicionais, além de trabalhar com pesquisa e formação de novos permacultores.

Por enquanto, há pouca ou nenhuma interação entre os institutos de Permacultura do Brasil.

Rede Permear de Permacultores

Criada no ano passado, inaugurou um novo caminho para a Permacultura em nosso país. Em concordância com as palavras de David Holmgren, que citarei em seguida, ouso dizer que a Rede Permear é a prova de maturidade do processo de desenvolvimento da Permacultura no Brasil: “Quando o campo de trabalho é novo, as relações de competição prevalecem, exatamente como nos sistemas naturais imaturos e de rápido crescimento. Mesmo na Permacultura, que está fortemente enraizada na cooperação, a competição tem acontecido, causando estranheza, mas, sobretudo, mostrando quando o processo ainda não amadureceu. Em ecossistemas maduros, assim como em sociedades tradicionais estáveis, as relações tendem a se tornar mais mutualísticas e simbióticas”.

A Rede Permear chegou lá: integra hoje catorze projetos autônomos em quatro estados brasileiros (Santa Catarina, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais) e mais o Distrito Federal. Os projetos são chamados de autônomos porque são iniciativas de pessoas, famílias e comunidades que trabalham em cooperação e com recursos próprios para multiplicar os conhecimentos em Permacultura (todos recebem formação como professores do IPAB) e para oferecer exemplos de sistemas produtivos de apoio à vida no lugar onde moram.
Nós da Rede Permear costumamos dizer que a nossa teia deve alcançar todo permacultor ou grupo de permacultores cujo trabalho tem como princípio de ação a ética da Permacultura. E queremos para esta rede tudo aquilo que um sistema permacultural deve conter: diversidade e abundância de idéias e projetos, cooperação, solidariedade, sinergia, diálogo e amor, muito amor. Por fim, que seja para todos um caminho de transformação.

Para conhecer grupos e experiências de Permacultura no Brasil clique aqui.

Multimistura: Uma receita para salvar vidas.

Receita retirada do site Rebidia - Rede Brasileira de Informação e Documentação sobre Infância e Adolescência.

O que é a multimistura?

FARINHA MULTIMISTURA

A Pastoral da Criança sempre procurou trabalhar suas ações de forma simples, para que todos consigam realizá-las e se beneficiar delas. Um exemplo é o uso da fita braquial para verificar o estado nutricional das gestantes.

A farinha multimistura é outro exemplo simples. Para prepará-la, não é necessário ter materiais sofisticados. Além disso, a maioria dos ingredientes podem ser encontrados na própria comunidade, adquiridos através de doações ou comprados por um baixo preço.

Como deve ser a composição da farinha multimistura?

1. Não existe fórmula pronta. O mais importante é fazer a farinha multimistura com os alimentos típicos de cada região e que sejam de fácil acesso.

2. A farinha multimistura deve ser feita de acordo com a necessidade de quem vai usar.

Por exemplo:
Para uma pessoa que está com anemia e não precisa ganhar peso, uma farinha multimistura rica em ferro vai ajudar na sua recuperação. Além da multimistura, esta pessoa deve consumir também outros alimentos ricos em ferro, como as folhas verde-escuras, melado de cana, fígado, etc.

Para uma criança ou gestante que precisa ganhar peso, é indicada uma farinha multimistura rica em sementes, por causa das calorias (girassol, gergelim, abóbora, etc).

Quando a farinha multimistura for usada para o preparo de mingaus, é bom colocar também uma farinha de cereal, como o fubá, a farinha de trigo, a farinha de aveia, de mandioca e outras.

Quando a farinha multimistura for usada num prato salgado (arroz, feijão, farofa, etc), não há necessidade de colocar farinha de cereal porque o amido já estará presente.

3. Para fazermos a farinha multimistura, devemos conhecer bem os alimentos que vamos usar, pois existem alimentos que são tóxicos, e precisam de cuidados especiais quando forem preparados. Vejam os nutrientes dos alimentos mais comuns usados para fazer a farinha multimistura:
  • * A farinha de trigo, de aveia, de milho (fubá) e de outros cereais é rica em amido, gordura e proteína - dão energia e ajudam na formação dos músculos.
  • * As sementes são ricas em gordura, proteína, vitaminas e minerais - além da energia e da formação dos músculos, são importantes para o regular o funcionamento do corpo.
  • * Os farelos de trigo e de arroz são ricos em vitaminas, ferro, cálcio, zinco e fibras - além de ajudar na formação do sangue e dos ossos, e no crescimento e funcionamento do corpo, esses alimentos servem para regular o intestino, evitando a prisão de ventre.
  • * As folhas verde-escuras são riquíssimas em vitamina A, ferro, cálcio e outros nutrientes - além da formação do sangue e dos ossos, esses alimentos aumentam a resistência contra doenças, são importantes para a visão, crescimento do corpo, formação e manutenção da pele.
  • * A casca de ovo é riquíssima em cálcio.





O que acontece com os nutrientes quando aquecemos a farinha multimistura?

O calor pode alterar os nutrientes dos alimentos. Alguns nutrientes se perdem e outros são mais aproveitados quando passam pelo calor. Por exemplo:
O amido e as proteínas são mais aproveitados pelo corpo quando os alimentos são cozidos, fritos ou assados.

As gorduras não perdem o seu valor energético com a ação do calor.

Algumas vitaminas são destruídas pelo calor, outras não. A vitamina C é a mais sensível. Por isso, já no processo de secagem das folhas, boa parte desta vitamina se perde. A vitamina A resiste bem ao calor, principalmente se forem acrescentadas algumas gotas de óleo ao cozinhar o alimento. As vitaminas E, do complexo B, niacina e outras, também não são destruídas pelo calor.

Os minerais como o ferro, o zinco e o cálcio não são destruídos pelo calor. O ferro é mais aproveitado quando o alimento é cozido.

Então, como aproveitar melhor os nutrientes da farinha multimistura?

1. Acrescentando a farinha no final do cozimento dos alimentos, ou seja, nos últimos 5 minutos;
2. Acrescentando a farinha ao apagar o fogo, no caso de sopas, molhos, feijão, etc;
3. Acrescentando a farinha multimistura na preparação de pães.

Além da Farinha Multimistura, é importante comer todos os dias uma MULTIMISTURA DE ALIMENTOS, ou seja, uma VARIEDADE DE ALIMENTOS, de tipos e cores diferentes (frutas, verduras, grãos, etc).

Quanto mais colorido for o prato, melhor!
Quanto mais colorido for o prato, melhor!
Quanto mais colorido for o prato, melhor!

Quanto mais colorido for o prato, melhor!

Quanto mais colorido for o prato, melhor!

Esta variedade ajuda as pessoas a terem mais saúde.

Eveline Cunha Moura
Assessora Técnica em Nutrição da
Coordenação Nacional da Pastoral da Criança


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Receita de pão feito com a Multimistura

Ingredientes:
500 gramas de farinha de trigo
100 gramas de multi mistura
300 mililitros de água morna
2 laranjas-suco
1 ovo
2 colheres de óleo de milho
2 colheres de sopa de açucar cristal
1 tablete de fermento
1 colher de sopa de sal

Modo de preparar:
Em uma vasilia, colocar a água morna, o suco de laranja e o tablete de fermento bem dissolvido.
Bater o ovo com o óleo de milho, sal, açucar e acrescentar a água, o suco de laranja e o fermento; adicionar a farinha dee trigo e a Multimistura New Life amasssar até formar uma massa homogênea. Deixar crescer por 30 minutos, sovar e enrolar os pães. repousar por mais de uma hora e meia até que se complete o crescimento. Levar ao forno para assar a 150 graus durante 35 minutos.

Observação: receita para 3 pães aproximadamente 350 gramas de cada um.
Receita retirada do site Educacional da Pastoral da Criança.

Conheça esse trabalho e faça parte desta história. Se a Pastoral da Criança já realizou tanta coisa a partir apenas de um sonho, imagine podendo contar com você.